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Riscos no armazém e medidas preventivas

Domine a gestão de riscos no armazenamento – mais segurança para o pessoal e as mercadorias.

Um armazém é o coração da logística – mas onde se armazenam mercadorias, também surgem riscos. Estatísticas mostram que, na Europa, surgem anualmente milhares de acidentes de trabalho em armazéns. Muitos deles são evitáveis com uma gestão de riscos fiável. Não está em jogo apenas a segurança dos colaboradores: os stocks e os processos operacionais também são fortemente afetados por incêndios, inundações ou falhas organizacionais. Adicionalmente, incidentes imprevistos perturbam as operações e podem causar danos financeiros significativos.

1. Riscos para o pessoal no armazém

Quedas e lesões

Quedas e colisões contam-se entre as causas de acidentes mais frequentes no armazém. Pavimentos escorregadios resultam muitas vezes de líquidos derramados, resíduos de óleo ou depósitos de pó que reduzem a aderência. Objetos armazenados de forma inadequada, como paletes, caixas ou ferramentas, bloqueiam passagens e tornam-se facilmente em armadilhas para tropeçar. Transições não protegidas, p. ex., entre diferentes níveis do armazém, aumentam adicionalmente o risco. Uma iluminação insuficiente agrava o perigo, pois os colaboradores não detetam atempadamente obstáculos ou zonas perigosas.

Acidentes por colisão ocorrem sobretudo em áreas com elevado tráfego. Veículos como empilhadores ou porta-paletes estão frequentemente envolvidos. A falta de regras de circulação ou a separação insuficiente entre percursos pedonais e vias de circulação aumenta significativamente o risco.

Medidas:

  1. Limpeza e manutenção:
    Uma limpeza regular e cuidadosa das áreas do armazém é essencial. Líquidos derramados e outras sujidades devem ser removidos de imediato. Revestimentos de pavimento especiais e antideslizantes podem oferecer segurança adicional.
     
  2. Marcações de segurança:
    Sinalizações claras para percursos pedonais, vias de circulação e áreas perigosas melhoram a orientação. Linhas coloridas, sinais de aviso e barreiras separam zonas críticas e reduzem o risco de colisões.
     
  3. Otimizar a iluminação:
    Sistemas de iluminação LED modernos com detetores de movimento garantem que todas as áreas do armazém estejam suficientemente iluminadas. Especialmente em cantos ou zonas de transição, as empresas devem instalar fontes de luz adicionais para minimizar pontos perigosos.
     
  4. Introduzir um plano de tráfego:
    Um plano de tráfego eficaz no armazém regula o fluxo de veículos e peões. Regras claras de prioridade, sinais de stop e cruzamentos marcados reduzem a probabilidade de colisões. Instruções de segurança regulares formam os colaboradores para o comportamento correto.
     
  5. Equipamentos de proteção individual (EPI):
    Calçado de segurança antideslizante é um componente importante do EPI. Reduz o risco de quedas, especialmente em pavimentos lisos ou molhados.

Operação incorreta de equipamentos de trabalho

Equipamentos como empilhadores, porta-paletes ou estanterias são indispensáveis na operação do armazém. Contudo, a utilização inadequada, a falta de formação ou falhas técnicas podem rapidamente conduzir a situações perigosas. Sob elevada carga de trabalho ou pressão de tempo, aumenta o risco de erros de operação. Daí podem resultar acidentes. Cargas mal fixadas, excesso de velocidade ou manobras incorretas conduzem frequentemente a colisões ou danos materiais.

Outro problema são equipamentos de trabalho inadequados ou dispositivos que não estão ajustados às exigências específicas do armazém. Isso pode levar os colaboradores a improvisar e, assim, a desrespeitar requisitos de segurança.

Medidas:

  1. Formações regulares:
    Os colaboradores devem receber formação regular no manuseamento de todos os equipamentos utilizados. Para além dos conhecimentos básicos de operação, incluem-se regras gerais de segurança. Exercícios práticos reforçam a compreensão e a prevenção de riscos.
     
  2. Manutenção e inspeção:
    Os dispositivos técnicos devem ser mantidos em intervalos definidos, para detetar precocemente defeitos e evitar acidentes. Inspeções documentadas asseguram que todas as máquinas estão funcionais e seguras. 
     
  3. Instruções de operação:
    Cada equipamento de trabalho deve dispor de instruções de operação claras e facilmente acessíveis. Estas explicam não só a utilização correta, como também alertam para perigos potenciais. Porém: as melhores instruções são inúteis se os colaboradores não tiverem acesso a elas ou não souberem que existem. Em complemento, podem ser colocadas instruções visuais ou avisos diretamente nas máquinas.
     
  4. Velocidade e regras de circulação:
    Para veículos como empilhadores devem vigorar velocidades máximas e regras de prioridade. Vias de circulação marcadas e proibições de circulação em certas zonas evitam que veículos entrem descontroladamente em áreas pedonais.
     
  5. Dispositivos de segurança:
    Máquinas com mecanismos de proteção integrados, como botões de paragem de emergência, sensores ou avisos de sobrecarga, minimizam o risco de erros de operação. EPI, p. ex. capacetes e óculos de proteção, oferece proteção adicional contra acidentes. 

Riscos para a saúde devido a esforço físico

As cargas físicas são um risco quotidiano na operação do armazém. Levantamento repetido de cargas pesadas, longos períodos de pé ou movimentos monótonos exigem bastante do corpo. São especialmente afetados as costas, as articulações e os músculos. Sem medidas direcionadas, estas cargas podem conduzir a longo prazo a queixas crónicas como dores nas costas, hérnias discais ou inflamações articulares. Muitas vezes, estes problemas resultam de uma postura corporal incorreta, técnica de movimento inadequada ou ausência de auxiliares de apoio.

Em situações de trabalho agitadas, os colaboradores frequentemente negligenciam movimentos ergonómicos. O risco de lesões ou sobrecargas aumenta ainda mais. A falta de pausas ou um posto de trabalho mal concebido também contribuem para a sobrecarga física.

Medidas:

1. Concepção ergonómica do posto de trabalho:
Os postos devem ser concebidos de forma a minimizar as cargas físicas. Mesas ajustáveis em altura, ferramentas dispostas ergonomicamente e tapetes antideslizantes aumentam o conforto e reduzem o esforço.

2. Auxiliares de elevação e apoio técnico:
Auxiliares modernos como mesas elevatórias, equipamentos elétricos de elevação ou exoesqueletos aliviam o corpo ao levantar cargas pesadas. Estes dispositivos reduzem a força muscular necessária e evitam cargas incorretas.

3. Formações em trabalho ergonómico:
Os colaboradores devem ser regularmente formados para evitar movimentos incorretos. Isto inclui levantar e transportar corretamente e adotar uma postura que proteja as costas. Exercícios práticos promovem a aplicação de princípios ergonómicos no dia a dia.

4. Promoção de pausas e movimento:
Pausas regulares e curtas sessões de movimento durante o trabalho promovem a circulação e reduzem tensões. A disponibilização de zonas de descanso ou assentos ergonómicos nas salas de pausa também ajuda a aliviar o corpo.

5. Programas de saúde e prevenção:
As empresas podem apoiar os colaboradores a longo prazo com programas de saúde direcionados, p. ex., formações para a coluna ou ofertas de fisioterapia. Medidas preventivas como análises do posto por especialistas em ergonomia ajudam a reconhecer e mitigar precocemente as cargas.

2. Riscos para os stocks

Desde incêndios e danos por água até furtos – os perigos para mercadorias em armazéns são variados. Sem medidas preventivas eficazes, tais incidentes podem causar danos imensos. Uma gestão de riscos estruturada garante que os stocks são protegidos da melhor forma possível.

Proteção contra incêndios

Os incêndios estão entre os riscos mais perigosos para pessoas e stocks. Podem ser causados, por exemplo, por curtos-circuitos, máquinas sobreaquecidas ou substâncias perigosas armazenadas de forma incorreta. Materiais como cartão, paletes de madeira e plásticos favorecem a rápida propagação das chamas. Especialmente em armazéns com elevada concentração de mercadorias ou com matérias perigosas, os incêndios causam danos enormes. Para além da perda de bens, ocorrem frequentemente interrupções operacionais que colocam em risco todo o negócio. 

Na Alemanha, a proteção contra incêndios está sujeita a regulamentos legais rigorosos. As Regras Técnicas para Substâncias Perigosas documentam de forma uniforme como os bens perigosos devem ser armazenados corretamente. Além disso, a Acidentação Legal Alemã (DGUV) oferece, com a informação 205-001 “Proteção contra incêndios na prática”, diretrizes abrangentes para a proteção contra incêndios nas empresas.

Medidas:

  1. Instalação de sistemas de deteção e extinção de incêndios:
    Sistemas de aviso precoce, como detetores de fumo e de calor, detetam incêndios no seu início. Sprinklers ou sistemas fixos de extinção evitam a propagação do fogo e mais danos. Estes sistemas devem ser mantidos regularmente.
     
  2. Extintores e planos de emergência:
    Extintores devem estar disponíveis em locais de fácil acesso em todo o armazém. Formações no uso correto dos extintores aumentam a capacidade de reação em caso de emergência. Planos de emergência devem definir responsabilidades claras e rotas de fuga.
     
  3. Armazenamento seguro de substâncias perigosas:
    Materiais inflamáveis ou perigosos devem ser guardados em contentores de segurança ou armários específicos. Estas áreas devem estar bem assinaladas e separadas das restantes zonas do armazém.
     
  4. Verificação das instalações elétricas:
    Inspeções regulares de cablagem, tomadas e dispositivos elétricos evitam curtos-circuitos ou sobreaquecimentos. Equipamentos defeituosos devem ser substituídos ou reparados de imediato.
     
  5. Formações em proteção contra incêndios:
    Os colaboradores devem receber formação regular em proteção contra incêndios. Isto inclui a identificação de fontes de perigo, o comportamento correto em caso de incêndio e a utilização de equipamento de emergência.

Danos por água e inundações

Inundações ocorrem devido a fenómenos meteorológicos extremos, como chuvas intensas ou cheias, mas também por canalizações defeituosas, coberturas a pingar ou sprinklers danificados. Mercadorias sensíveis, como eletrónica, produtos de papel ou bens perecíveis, são particularmente vulneráveis. Danos por água destroem stocks e podem comprometer a estrutura do edifício. 

Medidas:

  1. Criar áreas do armazém estanques à água:
    Soleiras ou vedações impedem que a água entre em zonas sensíveis. Áreas particularmente expostas devem ser equipadas com materiais resistentes à água para minimizar danos.
     
  2. Controlo de humidade e sistemas de aviso precoce:
    Higrómetros e medidores de humidade ajudam a identificar valores críticos atempadamente. Sensores de água ou sistemas de alarme detetam fugas ou inundações e alertam os responsáveis a tempo.
     
  3. Verificação de canalizações e sprinklers:
    Manutenção e inspeções regulares de tubagens, sistemas de sprinklers e impermeabilização da cobertura previnem fugas e inundações. Defeitos devem ser reparados de imediato, antes que causem danos maiores.
     
  4. Distância de segurança ao chão:
    Estantes e zonas de armazenamento devem ser concebidas de forma a que as mercadorias não fiquem diretamente no chão. Paletes ou sistemas de estanteria com distância suficiente protegem os stocks da água ascendente.
     
  5. Gestão de emergência em cheias:
    Um plano de emergência bem concebido para cheias deve conter instruções claras sobre como proteger rapidamente as mercadorias e evacuar os colaboradores. Barreiras móveis ou sacos de areia podem servir como barreiras temporárias.

Furto e vandalismo

O furto e o vandalismo são aborrecidos e arrastam uma longa cadeia de consequências. Portas insuficientemente seguras ou vigilância deficiente oferecem uma superfície de ataque a potenciais infratores. Para além das perdas financeiras diretas devido a mercadorias roubadas, surgem frequentemente custos indiretos por bens danificados ou sabotagem do edifício. São particularmente visadas mercadorias de alto valor, como eletrónica, joias ou bens facilmente transportáveis.

Medidas:

  1. Melhorar o controlo de acessos:
    Sistemas eletrónicos com cartões ou códigos personalizados asseguram que apenas pessoas autorizadas entrem no armazém. Entradas e saídas devem ser registadas para rastrear acessos não autorizados.
     
  2. Instalar sistemas de câmaras:
    Câmaras de vigilância de alta resolução com deteção de movimento monitorizam zonas críticas e entradas 24/7. As gravações servem tanto como dissuasão como para prova em caso de incidente.
     
  3. Utilizar iluminação de segurança:
    Detetores de movimento e iluminação intensa nas áreas internas e externas reduzem a superfície de ataque para ladrões e vândalos. Zonas escuras e de difícil visibilidade devem ser iluminadas de forma direcionada.
     
  4. Formar o pessoal:
    Os colaboradores devem ser treinados para reconhecer comportamentos invulgares ou atividades suspeitas e reportá-los de imediato. A consciencialização para a segurança reduz o risco de erro humano.
     
  5. Proteger separadamente bens valiosos:
    Mercadorias de alto valor devem ser armazenadas em áreas trancadas ou contentores especialmente seguros. Alarmes e medidas adicionais aumentam a proteção.
     
  6. Recorrer a serviços de segurança externos:
    Em armazéns maiores ou locais particularmente expostos, rondas regulares por serviços de segurança externos podem ser úteis. Aumentam a presença e dissuadem potenciais infratores.

3. Riscos organizacionais e técnicos

Fragilidades organizacionais e técnicas prejudicam significativamente o funcionamento fluido do armazém. Erros na gestão de stocks, falhas técnicas ou colaboradores insuficientemente formados conduzem frequentemente a atrasos evitáveis e custos adicionais.

Gestão de stocks deficiente

Uma gestão de stocks insuficiente ou incorreta é uma das causas mais comuns de problemas organizacionais no armazém. Mercadorias mal identificadas ou princípios de armazenamento errados levam ao seu extravio ou caducidade.
Isto inclui também quando processos básicos relativos a FIFO (First In, First Out) e LIFO (Last In, First Out) não são controlados de forma suficiente. 

Medidas:

  1. Introduzir software de gestão de armazém:
    Um sistema moderno de gestão de armazém (LVS/SGA) monitoriza stocks em tempo real, apoia o cumprimento dos princípios de armazenamento e automatiza processos centrais como a identificação e rastreabilidade de mercadorias.
     
  2. Normas para identificação e entrada em armazém:
    Métodos uniformes com códigos de barras ou chips RFID garantem uma identificação rápida. Regras claras para a entrada em armazém evitam erros.
     
  3. Verificações regulares de stock:
    Inventários e contagens em intervalos definidos ajudam a detetar cedo desvios e corrigi-los.
     
  4. Formação dos colaboradores:
    Os colaboradores devem estar familiarizados com os fundamentos da gestão de stocks e com as tecnologias utilizadas. Formações regulares asseguram uma compreensão uniforme.

Falhas de sistema devido a problemas técnicos

Problemas técnicos como erros de software, avarias de hardware ou falhas de energia representam um risco considerável para a operação do armazém. Uma falha súbita do sistema paralisa a operação e interrompe cadeias de fornecimento. Especialmente em armazéns automatizados, as empresas dependem fortemente da funcionalidade da sua tecnologia.

Medidas:

  1. Implementar sistemas de backup:
    Cópias de segurança regulares de dados e um sistema redundante garantem que um problema técnico não conduz a uma paragem total.
     
  2. Disponibilizar geradores de emergência:
    Uma alimentação ininterrupta de energia (UPS) ou geradores asseguram a continuidade da operação em caso de falha de energia, sobretudo em armazéns automatizados ou com controlo de temperatura.
     
  3. Manutenção regular:
    Equipamentos e sistemas técnicos devem ser verificados e mantidos em intervalos fixos para detetar precocemente defeitos.
     
  4. Garantir suporte de TI:
    Uma equipa de TI que possa reagir rapidamente minimiza tempos de inatividade e assegura um funcionamento fluido.

Falta de formação dos colaboradores

Num armazém, diferentes colaboradores trabalham em conjunto como um relógio. Se uma engrenagem falha, isso afeta outras áreas. Por isso, formações regulares são particularmente importantes. Uso indevido de tecnologia, desconhecimento de normas de segurança ou mal-entendidos nos processos conduzem a atrasos e aumentam os riscos de segurança para todos os envolvidos.

Medidas:

  1. Introdução de programas de formação:
    Formação contínua sobre tecnologia, normas de segurança e métodos de trabalho eficientes assegura colaboradores bem qualificados.
     
  2. Otimizar processos de onboarding:
    Novos colaboradores devem receber uma introdução sólida aos processos do armazém para evitar erros desde o início.
     
  3. Documentação de processos padronizada:
    Descrições de processos claramente definidas e fáceis de entender ajudam a evitar mal-entendidos e a padronizar procedimentos.
     
  4. Ciclos de feedback e melhoria:
    Os colaboradores devem poder dar feedback sobre processos e formações. Isto promove uma cultura de melhoria contínua.

Como as empresas podem reduzir riscos no armazém

Uma gestão de riscos bem-sucedida no armazém baseia-se numa combinação de medidas preventivas, otimização técnica e proteção financeira. As empresas minimizam perigos com um conceito de segurança bem pensado e o equipamento certo. Ao mesmo tempo, os seguros oferecem uma proteção importante contra as consequências financeiras de incidentes imprevistos.

Conceitos de segurança para colaboradores

A prevenção começa com diretrizes de comportamento claras e formação. Instruções regulares em segurança no trabalho e o uso de equipamentos de proteção individual (EPI) reduzem significativamente o risco de lesões. Medidas complementares, como a separação entre percursos pedonais e vias de circulação ou marcações de segurança, criam um ambiente de trabalho seguro.

Otimização de sistemas técnicos

Software de gestão de armazém (LVS/SGA) e sistemas de transporte autónomos (FTS) reduzem erros humanos e asseguram um fluxo operacional suave. A manutenção regular de máquinas e dispositivos evita falhas. Além disso, sistemas de backup e geradores de emergência garantem que a operação se mantém mesmo perante perturbações técnicas.

Seguros contra danos financeiros

Apesar de todas as precauções, permanecem riscos residuais. As empresas devem, portanto, dispor de seguros adequados. Seguros de responsabilidade civil, incêndio e furto protegem contra perdas financeiras elevadas e asseguram a estabilidade económica em caso de sinistro.

O seu armazém é suficientemente seguro?

A segurança no armazém começa pela verificação regular dos sistemas de estanteria utilizados. De acordo com a norma europeia EN 15635:2008, os operadores são obrigados a fazer inspecionar anualmente, por uma pessoa habilitada, equipamentos de armazenagem como estantes cantiléver, de paletes ou verticais. Adicionalmente, os operadores são instados a realizar, em intervalos regulares, inspeções visuais autónomas.

Por que é tão importante a inspeção das estantes?

Os equipamentos de armazenagem são considerados equipamentos de trabalho e devem estar sempre em perfeito estado para garantir a segurança dos colaboradores. A deteção precoce de danos protege contra acidentes graves, elevados custos de reparação e a perda de funcionalidades de segurança.

A OHRA oferece-lhe uma inspeção de estantes segundo a EN 15635, adaptada individualmente aos seus equipamentos de armazenagem. Os nossos inspetores qualificados verificam os seus sistemas de forma minuciosa e documentam todos os resultados num relatório de inspeção.

A nossa verificação de segurança inclui:

  • Inspeção de estantes conforme a EN 15635 e normas de fábrica OHRA
  • Inspeção visual por inspetores de estantes certificados
  • Relatório de inspeção final e selo de inspeção

Assegure a segurança agora! Proteja os seus colaboradores, mercadorias e processos com a nossa inspeção profissional de estantes. Solicite a nossa inspeção de estantes e receba uma proposta individual.

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